Perigos na rede

Você tem cuidado dos acessos do seu filho?

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Você chegou a ver o caso do Homem Pateta? Trata-se de um perfil no Facebook que estimulava o suicídio e a automutilação em crianças, com casos registrados em boletim de ocorrência em São Paulo, Santa Catarina e Mato Grosso do Sul. O suposto criador do perfil seria um adolescente de apenas 12 anos, que usava o nome fictício de Jonathan Galindo e foi desvendado pela Polícia Civil de São Paulo, na última sexta-feira, dia 10 de julho.

Ao ser questionado, o adolescente relatou que enviava mensagens apenas de brincadeira. Mas não é isso o que o inquérito policial considera e, para seguir com a investigação, apreendeu um aparelho celular, que será encaminhado para perícia.

Histórico

A primeira aparição do Homem Pateta foi em 2017, no México e na Europa. E, agora, em 2020, ele teria ressurgido, com esse conteúdo, em um momento de grande fragilidade para as crianças na rede frente à pandemia. Esse caso se assemelha ao caso da Baleia Azul, que aconteceu há dois anos e, também, assustou as famílias.

Cuidados

Os perigos na rede são inúmeros e cresceram em uma velocidade assustadora durante a pandemia do novo coronavírus. E, com as crianças ainda mais conectadas, seja para estudar, interagir com familiares e amigos ou brincar em jogos on-line, o cuidado deve ser redobrado. Vamos algumas dicas:

Monitore com frequência os conteúdos que o seu filho acessa. Não permita que ele se desconecte ao ver o adulto entrar no quarto, por exemplo.

Converse sobre os perigos na rede de acordo com a idade do seu filho. Com os menores, use histórias em quadrinhos ou contos de fada; com os maiores, converse mais abertamente.

Conquiste a confiança do seu filho a fim de que ele sinta vontade de compartilhar com você o que tem visto e lido e com quem tem falado.

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